O sexagésimo terceiro episódio de Shippuden aprofunda a história de Sora durante o arco dos Doze Ninjas Guardiões. As lições sobre a natureza do chakra dão lugar a um segredo oculto sobre o poder destrutivo de Sora, e Furido revela a verdade de que Asuma matou o pai do jovem monge.
Agora agrupados como um esquadrão, Naruto, Sakura e Sora deveriam treinar novas formações de equipe com Yamato, mas Naruto e Sora preferem continuar se dedicando à transformação da natureza. Naruto pergunta se poderia adquirir um segundo elemento, como a Liberação de Água, até se tornar Jōnin, e Yamato explica que as afinidades são inatas, com a mais forte deixando as outras muito mais fracas, e que nenhum shinobi jamais dominou os cinco elementos. Isso deixa Naruto confuso sobre como Fūka conseguiu exatamente isso. Asuma chega e considera os treinos de formação inúteis, já que Sora não ficará na Equipe Kakashi por muito tempo e ambos os garotos preferem avançar sem cooperar, aconselhando Sakura e Yamato a apenas apoiá-los.
Em seu escritório, Tsunade compartilha um aviso de Chiriku sobre Sora. Cerca de dez anos antes, o garoto liberou um poder estranho que quase destruiu o Templo do Fogo e feriu muitos monges, embora exames nunca tenham identificado sua origem; e embora a explosão nunca tenha se repetido, os sobreviventes passaram a ter ressentimento dele, motivo pelo qual Sora sente que o templo nunca foi realmente seu lar. Yamato nota como as circunstâncias de Sora refletem estranhamente as de Naruto. Na floresta, Asuma supervisiona a dupla aperfeiçoando a Liberação de Vento e fica impressionado por eles conseguirem sulcar uma árvore sem lâminas de chakra. Após pagar um almoço no Ramen Ichiraku para eles, ele chama Sora de lado e devolve sua Garra Tripla Aprimorada por Chakra, reforjada com a mesma liga de suas próprias facas de trincheira. Sora não agradece e sai pisando fundo.
Asuma lembra em particular que foi ele quem matou Kazuma, pai de Sora, depois que Kazuma planejou matar o Hokage e entregar as terras vizinhas ao Daimyō do Fogo. Kurenai, interpretando o hábito de fumar mais como sinal de inquietação, pede que ele pare. Notícias também chegam a Tsunade de que Danzō escapou dos vigias Anbu. Ver um garoto agradecer a seu pai enquanto comem lembra Sora da gratidão que ele negou a Asuma. Naruto avista Sora de uma ponte, mas Furido, a figura por trás dos roubos de túmulos, também o avistou e encurrala o garoto sozinho. Incentivando Sora a libertar seu poder oculto pelo País do Fogo, Furido pressiona duas peças de rei de um jogo de shōgi em sua mão e revela que Asuma matou Kazuma. Recuando para a floresta, Sora rejeita Naruto, despeja sua fúria em seu chakra e arremessa uma kunai que atravessa uma árvore e despedaça a rocha atrás dela.
Yamato explica como funcionam as afinidades de chakra e confirma que nenhum shinobi jamais dominou as cinco naturezas. A mensagem de Chiriku revela a quase destruição do Templo do Fogo por Sora anos antes. Asuma devolve a garra de lâmina reforjada de Sora enquanto esconde que matou o pai do garoto, Kazuma. Furido revela essa verdade a Sora e lhe entrega as duas peças de rei, desencadeando uma explosão de seu poder selado. Danzō escapa da vigilância da Anbu.
O episódio faz parte do arco original do anime dos Doze Ninjas Guardiões e estabelece paralelos marcantes entre Sora e Naruto como rejeitados que carregam um poder perigoso. Ele vai ao ar sob a abertura Blue Bird e o encerramento Gentle Rainbow. Os dois reis do título referem-se às peças de shōgi que Furido dá a Sora, um símbolo ligado às manipulações que empurram o garoto em direção à fúria.
Tsunade descobre por meio de Chiriku que Sora liberou um poder estranho e destrutivo cerca de dez anos antes, que quase destruiu o Templo do Fogo e feriu muitos monges, embora sua origem nunca tenha sido identificada.
Yamato observa que as circunstâncias de Sora, ao carregar um poder misterioso e perigoso e ser ressentido por isso, espelham de forma impressionante a própria experiência de Naruto como um rejeitado.
Furido conta a Sora que Asuma Sarutobi foi quem matou seu pai, Kazuma, uma verdade que Asuma vinha escondendo enquanto devolvia discretamente a garra laminada reforjada de Sora.
Os dois reis do título são as peças do rei do shogi que Furido pressiona na mão de Sora enquanto revela que Asuma matou seu pai, um símbolo da manipulação que empurra Sora em direção à raiva.
Asuma matou Kazuma depois que Kazuma planejou assassinar o Hokage e entregar as terras vizinhas ao Daimyo do Fogo.
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