Trabalhando sob as ordens do Presidente como assessor, Cyrus Veil ocupa o cargo de Subsecretário no Escritório Americano de Energia e Meio Ambiente. Ele é o funcionário que levou Washington a se aliar ao plano de Kenjaku para capturar feiticeiros de jujutsu visando à pesquisa sobre energia amaldiçoada.
Rugas profundas marcam o rosto de Veil, um homem já idoso; essas linhas se unem a sobrancelhas espessas e a um queixo perfeitamente raspado. Tanto seu cabelo quanto seus olhos têm uma tonalidade clara e desbotada. No vestir, ele prefere ternos bem cortados, adequados à posição de um alto funcionário federal.
A ambição define Veil, e ele conduz suas atribuições no escritório de energia com rigor severo. Seu pensamento é nacionalista: acima de tudo, ele deseja que os Estados Unidos liderem o combate à escassez energética, e o que mais o assusta é a perspectiva de seu país ficar para trás na corrida mundial rumo à autossuficiência energética. Impedir esse desfecho já é motivo suficiente para que ele se aliase a Kenjaku.
Na visão de Veil, a proposta de Kenjaku abre caminho para estudar a energia amaldiçoada e transformá-la em um combustível ideal e limpo. Nenhum método está fora de questão nessa busca, nem mesmo a captura forçada de cidadãos de outros países e a realização de testes sobre eles. Após o Presidente manifestar dúvidas sobre a ética de apoiar Kenjaku, Veil reinterpretou os sequestros como proteção em vez de apreensão, uma narrativa que talvez aceite de fato, pois continuou a pressionar por medidas rápidas para proteger civis japoneses das nações rivais e garantir a energia amaldiçoada antes delas.
Em setembro de 2018, Veil participou de uma reunião de altos funcionários americanos que se encontraram com Kenjaku. Kenjaku explicou o que é a energia amaldiçoada e os fenômenos por ela provocados, distribuiu óculos com tecnologia maldita que tornavam as maldições visíveis, e então apresentou sua técnica ao vivo. Os demais presentes entraram em pânico, tomando os espíritos amaldiçoados por truques de realidade virtual, mas apenas Veil afirmou que as maldições eram reais e enxergou nelas uma oportunidade. Depois que foi exibido um vídeo da tragédia de Shibuya, gravado por Kokichi Muta, Veil argumentou que a energia amaldiçoada poderia acabar de vez com a escassez, pois sua pureza permitiria substituir todos os combustíveis então em uso.
Quando o Jogo do Extermínio foi apresentado aos burocratas reunidos, Veil pressionou o Presidente a aproveitar a chance de capturar feiticeiros como material de teste, justificando que as potências rivais começariam a caçar cidadãos japoneses comuns assim que descobrissem as maldições, razão pela qual os Estados Unidos deveriam agir primeiro, sob o pretexto de protegê-los. Mais tarde, o Tenente-General Garry K. Johnson questionou em voz alta se sessenta feiticeiros seriam suficientes para realizar os experimentos, e Veil aprovou tranquilamente essa quantidade.

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Cyrus Veil é um assessor que trabalha diretamente sob o Presidente, ocupando o cargo de Subsecretário no Escritório Americano de Energia e Meio Ambiente. Ele foi o responsável por levar Washington a se aliar ao plano de Kenjaku de capturar feiticeiros para o estudo da energia amaldiçoada.
Cyrus Veil serve como Subsecretário no Escritório de Energia e Meio Ambiente dos Estados Unidos, atuando como assessor diretamente subordinado ao Presidente. Ele desempenha suas funções no escritório de energia com rigor e seriedade, preferindo o terno sob medida que condiz com a posição de um alto funcionário federal.
Cyrus Veil aliou-se a Kenjaku porque a proposta abria caminho para investigar a energia amaldiçoada e transformá-la em um combustível ideal e imaculado. Sua visão nacionalista o levava a desejar ardentemente que os Estados Unidos liderassem o desenvolvimento nesse campo diante da escassez de energia, e evitar que seu país ficasse para trás já era motivo suficiente para aderir ao plano.
Cyrus Veil defendia que a energia amaldiçoada poderia acabar de vez com a escassez energética, pois sua pureza permitiria substituir todos os combustíveis então utilizados. Para perseguir esse ideal de combustível imaculado, ele não descartava nenhum método, nem mesmo a captura à força de cidadãos de outros países e a realização de testes sobre eles.
Após o Presidente manifestar dúvidas quanto à ética de apoiar Kenjaku, Cyrus Veil reinterpretou os sequestros como uma medida de proteção, e não como uma ação de apreensão. Ele argumentou que, uma vez descobertas as maldições, potências rivais passariam a caçar japoneses comuns; portanto, os Estados Unidos deveriam agir primeiro, sob o pretexto de protegê-los.
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