O Demônio do Acidente dá forma ao conceito de acidentes, sobretudo às colisões violentas de veículos. Invocado durante o confronto entre Yoru e o Demônio Motosserra, ele serve ao Demônio da Guerra como uma arma viva, em vez de agir por vontade própria.
Os destroços definem o corpo desse demônio. Automóveis esmagados, estilhaços de metal quebrados e detritos industriais se acumulam em uma massa irregular e caótica, repleta de superfícies afiadas e irregulares, que evocam as consequências de acidentes brutais. No ponto mais baixo dessa pilha repousa um rosto humano perturbador, cercado por longos cabelos, sugerindo uma vítima presa em algum lugar no meio das ruínas de um acidente.
O mangá não revela nada sobre como esse demônio pensa ou o que o motiva.
Durante o arco do Demônio da Guerra, Yoru invoca o demônio e o remodela, transformando-o em um instrumento que ela chama de Chicote Motosserra. Nesse estado, ele se torna um longo açoite farpado, composto por carros destroçados e sucatas retorcidas, com o qual ela golpeia Pochita ao longo de seu duelo. Além dos traços típicos dos demônios, pouco se sabe sobre o que ele é capaz de fazer por conta própria. Sua força provém da distiquifobia, um medo exacerbado de acidentes físicos, e seu nome japonês, Jiko, remete diretamente às colisões de trânsito. Tanto o design quanto o comportamento o ligam estreitamente ao Demônio do Carro, que Makima descreve como se alimentando exatamente do mesmo pavor de ser atingido por um veículo.

A transformação que todo mundo conhece, a pergunta seguinte que ninguém quis encarar. Por que fizemos um R&B suave sobre o brilho dourado que Dragon Ball nunca comenta....

Cinco personagens femininas de Bleach, ranqueadas e resolvidas. Yoruichi fica em quinto, o lugar que ninguém espera, e o nosso número um é uma Arrancar de coração mole....
O Demônio do Acidente dá forma ao conceito de acidentes, sobretudo às colisões violentas de veículos. Invocado durante o confronto entre Yoru e o Demônio Motosserra, ele serve ao Demônio da Guerra como uma arma viva, sem agir segundo qualquer vontade própria.
O corpo do Demônio do Acidente é composto por destroços: automóveis esmagados, estilhaços metálicos quebrados e detritos industriais amontoados numa massa irregular e caótica, repleta de superfícies afiadas. No topo dessa pilha repousa um rosto humano perturbador, cercado por longos cabelos, sugerindo uma vítima presa no interior dos escombros de um acidente.
O Chicote Motosserra é a arma em que Yoru transforma o Demônio do Acidente durante o arco do Demônio da Guerra. Ele se torna um longo chicote farpado, montado a partir de carros destroçados e sucatas retorcidas, com o qual ela golpeia Pochita ao longo de seu duelo.
A força do Demônio do Acidente provém da distiquifobia, um medo exacerbado de acidentes físicos. Seu nome japonês, Jiko, remete diretamente às colisões de trânsito, ligando-o estreitamente ao Demônio do Carro.
O Demônio do Acidente faz sua estreia no capítulo 216, durante o arco do Demônio da Guerra, quando Yoru o invoca. Mais tarde, ele é listado como falecido.
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