
O 103º capítulo encerra a história de Macht, o demônio. Ferido de morte e fugindo por instinto, ele é obrigado a enfrentar a única verdade que passou séculos negando: apesar de toda a sua busca pelos sentimentos humanos, ele teme a morte exatamente como qualquer outro demônio.
Com o Zoltraak condensado de Denken atingindo o alvo e o velho mago desabando pela tensão, Macht declara o duelo empatado e se retira para reagrupar, ciente de que Frieren ainda está viva. Ele cambaleia pelos becos de Weise, deixando rastros de sangue nas paredes e afastando os cidadãos assustados que lhe perguntam o que lhe aconteceu. Então encontra o corpo de Solitär, e uma conversa de horas antes volta à sua memória.
Depois que a grande barreira da Terra Dourada caíra, Solitär oferecera-se para ajudá-lo, apesar de ter rejeitado seu sonho de convivência. Ela explicou que esperava fazê-lo mudar de ideia, pois vira o Rei Demônio perseguir o mesmo ideal e levar seus amigos à ruína e sua raça à beira da extinção. Quando Macht observou que ela poderia simplesmente matá-lo, ela confessou que chegara ali justamente com esse propósito, mas temia demais arriscar-se em nome dos demônios. Sua farpa ao despedir-se doeu: por mais estranhamente que raciocinasse, ele continuava sendo um demônio como todos os outros.
A lembrança envergonha-o. A Pulseira de Pedra da Servidão fizera-o acreditar que acolheria a morte desde que antes sentisse as emoções que buscava; no entanto, aqui está ele, ainda agarrado à sobrevivência e em fuga. Ele pára, sorri diante do absurdo de fugir para lugar nenhum e, em vez disso, caminha em direção a Glück, o homem que antes transformara em pedra. Ajoelhado diante dele, os dois compartilham um cigarro enquanto Macht admite que jamais conseguiu compreender nem um único dos sentimentos que procurava.
Glück pede desculpas por não ter cumprido a promessa de seguir Macht até o inferno, até que essa busca tivesse êxito. Quando o abatido Denken surge cambaleante, Macht ameaça fazer Glück refém, mas Glück apenas diz que ele já não tem salvação e se afasta, pedindo a Denken que ponha fim ao sofrimento de Macht. O feitiço de Denken reduz Macht a pó e, quando os guardas chegam, Glück saúda Denken como o salvador de Weise. Sobre o mana que se dissipa do demônio, ele chama Macht de amigo e diz que valorizou o tempo que passaram juntos. Resta apenas a Pulseira de Pedra da Servidão.
A morte de Macht resolve a questão central de seu personagem. Sua derradeira e involuntária fuga prova que Solitär tinha razão: nenhuma dose de pensamento incomum o elevou acima do instinto de autopreservação próprio dos demônios. A breve trégua com Denken termina não em combate, mas em um assassinato misericordioso solicitado pelo próprio Glück.
A despedida de Glück redimensiona toda a relação entre os dois. Longe de serem um captor e seu refém, ele fala de Macht como um amigo genuíno cuja companhia valorizou, deixando a Pulseira de Pedra da Servidão como o único vestígio do demônio que a usara.
O capítulo ocupa dezoito páginas dentro do arco da Terra Dourada e foi publicado pela primeira vez no final de 2022, antes de integrar o décimo primeiro volume. A Pulseira de Pedra da Servidão, artefato ligado à busca de Macht pelas emoções humanas, permanece mesmo após seu corpo se desintegrar em partículas de mana.

A internet descobriu um glitch de dinheiro infinito. O Yamcha também. Uma faixa suave de R&B sobre o dinheiro mais fácil do mundo de Dragon Ball e o único homem que continua pagando por ele....

A transformação que todo mundo conhece, a pergunta seguinte que ninguém quis encarar. Por que fizemos um R&B suave sobre o brilho dourado que Dragon Ball nunca comenta....
No Capítulo 103, Denken mata Macht, reduzindo o demônio a pó com seu feitiço, após Glück se afastar e pedir a Denken que ponha fim ao sofrimento de Macht.
O Capítulo 103 encerra a história de Macht: o demônio, mortalmente ferido, foge por Weise, enfrenta o próprio medo da morte e é finalmente destruído, deixando para trás apenas a Pulseira de Pedra da Servidão.
No Capítulo 103, Macht foge por instinto após ser ferido pelo Zoltraak condensado de Denken, um ato involuntário que prova que Solitär estava certa: por mais estranho que pensasse, ele jamais se elevou acima do instinto básico de autopreservação dos demônios.
Em uma cena de flashback no Capítulo 103, Solitär diz a Macht que, por mais estranhamente ele raciocinasse, continuava sendo um demônio como os outros, e admite que chegara para matá-lo, mas tinha medo demais de arriscar-se em nome da espécie demoníaca.
No Capítulo 103, a Pulseira de Pedra da Servidão é o artefato ligado à busca de Macht pelas emoções humanas e permanece como o único vestígio dele, depois que seu corpo se dissolve em partículas de mana.
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