Tagoma é um soldado elite da Força de Frieza que serviu como guarda-costas de Sorbet. Inicialmente um guerreiro cauteloso e pragmático, ele foi transformado em um lutador implacável através de quatro meses de treinamento brutal sob o comando de Frieza, tornando-se um dos subordinados mais leais e poderosos do tirano.
Tagoma apareceu pela primeira vez como guarda-costas pessoal de Sorbet durante a missão do remanescente da Força de Frieza para ressuscitar seu imperador. Ele era um pensador prático que inicialmente sugeriu que reviver Frieza poderia não valer a pena, argumentando que a Força de Frieza poderia se reconstruir por conta própria. Esse pragmatismo lhe rendeu uma reprimenda severa e demonstrou que até opiniões sensatas eram perigosas dentro da organização de Frieza.
Após o ressurgimento de Frieza, Tagoma se tornou o parceiro de treinamento pessoal do tirano por quatro meses. A palavra "treinamento" mal consegue descrever o que realmente ocorreu: Frieza lesionava brutalmente Tagoma até o ponto de quase morte, depois permitia que ele se recuperasse antes de repetir o processo. Este ciclo de destruição e regeneração aumentou dramaticamente o nível de poder de Tagoma através do mesmo princípio dos aumentos de zenkai semelhantes aos dos Saiyajins, embora com um custo psicológico enorme. A experiência eliminou sua antiga cautela e a substituiu por frieza implacável.
Quando a invasão da Terra começou, Tagoma havia se transformado de um soldado medido em um guerreiro que se regozijava no terror e na crueldade. Ele declarou que o verdadeiro poder vinha do implacável e que havia se livrado completamente de sua antiga covardia. Sua força havia crescido ao ponto em que ele poderia desafiar até alguns dos Z Fighters, representando uma ameaça legítima entre as forças terrestres de Frieza.
Durante a batalha na Terra, Tagoma enfrentou vários lutadores e inicialmente demonstrou suas habilidades aprimoradas com confiança. No entanto, sua arrogância se provou sua perdição. Na versão anime dos eventos, o Capitão Ginyu, que havia ficado preso no corpo de um sapo Namekiano desde os eventos em Planeta Namek, aproveitou a oportunidade para usar sua técnica de Troca de Corpo. Ginyu trocou de corpos com Tagoma, deixando o soldado outrora poderoso preso no corpo do sapo, enquanto Ginyu reivindicava a fisiologia aprimorada de Tagoma para si mesmo.
Este inusitado revés efetivamente terminou a história de Tagoma em um dos mais inesperados reviravoltas de Dragon Ball. O guerreiro que havia suportado meses de tortura de Frieza para se forjar em uma arma foi derrotado não por um oponente mais forte, mas por um capitão sem corpo procurando um novo recipiente. Nas versões manga e filme, o destino de Tagoma difere um pouco, mas em todas as continuidades ele é finalmente derrotado e morto durante o conflito.
O breve arco de Tagoma serve como um comentário perspicaz sobre a disfunção fundamental da Força de Frieza. Sua sugestão inicial de evitar ressuscitar Frieza foi, argumentavelmente, o conselho mais sábio que alguém na organização ofereceu, porém foi imediatamente punido. Sua subsequente transformação em um executor leal através de brutalidade sistemática ilustrou como o estilo de liderança de Frieza, construído sobre medo e dor, poderia produzir soldados poderosos, mas nunca aliados genuínos. Quando o momento de crise chegou, não havia lealdade forte o suficiente para salvá-lo.
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